4 de julho de 2026

É uma reflexão que convida ao respeito, em vez de dizer que só existe um jeito certo de viver a felicidade.

Dizem que felicidade mostrada estraga. Eu discordo.

A felicidade não acaba porque foi compartilhada. Ela apenas revela quem realmente se alegra por nós e quem não consegue lidar com a alegria alheia.

Cada pessoa é livre para viver como quiser. Há quem prefira preservar suas conquistas em silêncio, e isso merece respeito. Mas também há quem goste de celebrar e compartilhar seus momentos, e esse direito também deve ser respeitado.

No fim, não existe uma forma certa de ser feliz. O que existe é a liberdade de viver a própria felicidade, seja em silêncio ou diante do mundo.

28 de junho de 2026

Para se ter paz, deve haver uma guerra.

Para se ter paz, deve haver uma guerra.

Deve nada.

Na guerra, ninguém ganha. Há desgaste, há feridas que até cicatrizam, mas as marcas permanecem, assim como as lembranças amargas. Ficam a mágoa, o desrespeito e as palavras duras, aquelas que nunca podem ser recolhidas.

Depois da guerra, dificilmente existe paz. O que sobra é o medo, a angústia e uma falsa sensação de vitória, capaz de iludir por algum tempo, mas incapaz de trazer felicidade.

Ao final, pode haver mais de um ferido. E talvez o pior deles seja aquele que, por fraqueza ou esperança, não fugiu do monstro que o arrastou para a guerra.

Porque, às vezes, a maior vitória não é vencer uma batalha, mas ter ido embora antes que ela começasse.