Há, sim, a derrota.
O que seria a derrota para alguém?
Algo a ser visto como fracasso? Você fracassou naquilo em que mais acreditava e, de repente, sua verdade foi — e continua sendo — questionada.
Será que não sabia?
Pois bem...
De repente, vem também o cansaço de explicar para gente burra, para gente desprovida de qualquer empatia. Gente que, na fila do entendimento, preferiu entrar na da burrice.
Tem aquela velha história de chacoalhar a árvore para que as frutas podres caiam do pé. Ou melhor, para que certas almas sebosas finalmente saiam do seu pé.
E foi algo revelador.
Espíritos imundos que se alimentam de fofocas, de palavras malditas, de julgamentos e da desgraça alheia.
Mas é a vida, né?
Como disse alguém:
“Na alegria e na dor, conhecemos a verdadeira essência dos amigos.”
Verdade. Verdadeira.
Ah, sim...
Estava descansando.
Dormi.
Hibernei.
Agora, pronta estou.
Vem...
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